A presidente do Sinprefi, Viviane Dotto, e o secretário-geral da entidade, Lucas Fávero, participam, nesta terça-feira (7), do Curso de Formação Político-Sindical, realizado no município de Santa Tereza do Oeste.
Promovido pela Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais do Paraná (Fesmepar), o encontro reúne representantes de mais de 20 sindicatos de servidores públicos municipais filiados à entidade na região, fortalecendo o diálogo e a articulação entre as categorias.
Com o tema “Dilemas e Desafios para o Movimento Sindical diante do Novo Mundo do Trabalho impactado pelas Inovações Tecnológicas”, a formação propõe um debate qualificado sobre as profundas transformações nas relações de trabalho e seus impactos na organização e na luta sindical.
O curso é ministrado pelo professor Erledes Elias da Silveira, que conduz uma reflexão coletiva sobre o avanço das tecnologias, suas implicações para os trabalhadores e os caminhos possíveis para o fortalecimento da atuação sindical frente a esse cenário.
Para a presidente do Sinprefi, Viviane Dotto, o momento de formação é estratégico para a categoria. “Estamos vivendo um período de mudanças aceleradas no mundo do trabalho, e o movimento sindical precisa estar preparado para compreender esses processos e construir respostas coletivas. Espaços como este são fundamentais para fortalecer nossa organização e ampliar a capacidade de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e do serviço público”, destacou.
A iniciativa reforça a importância da formação política e sindical como instrumento de conscientização, unidade e construção de estratégias conjuntas, diante dos desafios impostos pelas constantes inovações tecnológicas e pelas novas configurações do mundo do trabalho.
Em Foz do Iguaçu, um dos problemas atuais nas unidades de ensino, envolve um processo tecnológico instalado de forma precipitada, sem orientação e planejamento, que é o caso do registro ponto digital.
Outro ponto latente na realidade de Foz é a plataformização da educação, que é implantação intensiva de plataformas digitais, tanto no âmbito pedagógico como de gestão, trazendo debates sobre mercantilização, burocratização, precarização do trabalho docente e privatização.